Na Suíça, sede da ONU, Hillary Clinton começa seu discurso lendo parte do documento oficial emitido pela Casa Branca e assina por Barack Obama:
“Neste memorando, estou instruindo a todos os organismos no exterior a garantir que a diplomacia americana e a ajuda externa promovam e protejam os direitos humanos dos gays, lésbicas, bissexuais e transexuais. Estou profundamente preocupado com a violência e a discriminação dirigida a lésbicas, gays, bissexuais e transexuais em todo o mundo”, diz o presidente.
“Agredir ou matar por causa da orientação sexual ou porque alguém não se ajusta a normas culturais sobre a aparência ou o comportamento que deveriam ter homens e mulheres constitui uma violação dos direitos humanos”, declarou Hillary. “Ser homossexual não é uma invenção ocidental, é uma realidade humana”, acrescentou.
Com o investimento de Três milhões de dólares para conter a homofobia nos Estados Unidos, O governo Americano sugeriu que os outros países contribuem-se com essa causa, pois o atual presidente preocupa-se com a onda de violência contra os direitos humanos dos homossexuais.
Ao contrário do que ocorre no Brasil, a nossa presidente não mencionou nada sobre a violência contra os homossexuais e muito menos criou alguma politica nesse sentido.